Não é que abandonei o blog. É que a vida anda muitcho corrida. Sente o drama:
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Não é que abandonei o blog. É que a vida anda muitcho corrida. Sente o drama:
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Olhá so:
Ipanema: lugar fedorento.
Tijuca: lama, charco, pântano, atoleiro.
Ou seja, o rio de janeiro já era uma merda a 500 anos…
Um pouco mais de curiosidade:
“A contribuição do tupi-guarani deu-se também na incorporação de ditados populares no folclore brasileiro. Um deles, muito conhecido, é “Cada macaco no seu galho”. Esse ditado vem da expressão “Macaca tuiué inti hu mundéo i pú cuimbisca o pé” ( Macaco velho não mete mão em cumbuca).
Quando os tupi-guaranis citavam a expressão contavam a seguinte história.
Era uma vez um macaquinho guloso soube que havias frutas numa certa cumbuca feita de uma árvore chamada sapucaia. Introduziu a mão no recipiente. Ao tentar tirá-la, a mão ficou presa. Assustado, o bichinho disparou-se aos pulos pela floresta arrastando a sapucaia e gritando desesperadamente: Ai! Ai! Ai! Cuimbisca hu pscá se pú! Ai! Ai! Ai! Cuimbusca hu pscá se pú! (Ai! Ai! Ai! Cumbuca pegou minha mão).
Os macacos assustaram-se e foram ajudar o macaquinho em apuros. Seguraram o filhote e chamaram o macaco mais velho para aconselhar como retirar a mão do macaquinho da cumbuca. O velho examinou a cumbuca, pegou uma pedra e, em repetidos golpes, quebrou a cumbuca, libertando a mão do macaquinho travesso.
Recuperado do susto, o filhote perguntou ao macaco velho: “Macaca tamuia taá inti ana cuimbisca hu pscá ana i pú? (Vovô, cumbuca já pegou sua mão?) Respondeu o macacão: Macaca tuiué inti hu mundéo i pú cuimbisca o pé (Macaco velho não mete mão em cumbuca).”
Share on FacebookResolvi comprar esse bagulho ai, por diversos motivos… agora fica tudo em pedaços. Dá até pra devolver umas coisas agoras pra quem tava pedindo hehehehehehehehehe

Acabei de arrombar a porta do banheiro aqui do estúdio, no melhor estilo “Braddock”: pé na porta!
A fechadura quebrou, e minha mãe ficou lá sentada no troninho esperando…

E não é que essa tal de academia faz efeito mesmo?? ![]()

O Mauro e a Lydia fizeram uns “Gingerbread men” e mandaram para gente. Da esquerda pra direita: Cthulhu, Cíclope, Ultraman, Ninja e o Homem Invisível (o clássico).
Desses ai, chegarm “vivos” depois de passarem pela mão da Roberta e do “Jaspionês”:

quem quiser ficar com vontade, mas ver maior, clica e veja:
Ninja
Cthulhu
Homem Invisível
Share on FacebookNão sou um expert nos comandos do UNIX ou do Mac, mas como a necessidade é a mãe do conhecimento, tive que aprender a usar alguns comandos. por questão de “sobrevivência”.
O terminal é uma ferramenta poderosa, que permite com que se faça varias alterações no OS X, que por vezes não se pode fazer em modo gráfico. Pelo que eu vi até agora, a sintaxe é igual a usada no UNIX/LINUX, o que me leva a crer que os usuários deste SO’s cevem estar familiarizado com estes comandos.
Para muitos que como eu, vieram para o OS X direto do Windows, sei que encontram problemas com o TERMINAL.
Vou tentar mostrar os comandos usados para resolver alguns problema comuns que podem ocorrer no dia a dia com OS X.
PARA REPARAR O SETOR DE BOOT DE UM HD MAC:
Faça o boot pelo DVD e aperte F8
entre com o parâmetro (-s), quando o sistema terminar de carregar digite:
Code:
fdisk -e /dev/rdisk0 (zero)
print
flag # = ao numero da partição q vc quer ativar!
write
quit
reboot
Este comando será muito util, quando por algum motivo, vc. tiver problemas com o BOOT do OS X e creio, mas não tentei, que o mesmo possa ajudar a quem tem a menssagem de erro “b0″
Se o comando acima para ativação da partição não funcionar, tentem o seguinte:
Code:
fdisk -u /dev/rdisk0
Este comando (-u) irá regravar a MBR (Master Boot Record) do disco 0.
- Numeração dos discos
IDE PATA:
0 – Disco master – controladora primária
1 – Disco slave – controladora primária
2 – Disco master – controladora secundária
3 – Disco slave – controladora secundária
SATA:
0 – Porta 1
1 – Porta 2
2 – Porta 3 . . .
Baseado nas dica dum camarada de fórum.. ajuda muito isso…
Share on FacebookTá de sacanagem (mesmo!!!)
Isso aí é matéria paga não é possível…

A Africa é uma zona. E não adianta. É uma questão profunda, tanto histórica quanto geográfica, que remete dos tempos do começo da civilização. Mas enfim, discussão longa que não cabe aqui. Ninguém nunca respeitou os manos lá, sempre fatiaram e zuaram a porra do continente. Agora não tem mais jeito. Acho que é o único lugar pior que o Rio de Janeiro no mundo… hummm talvez o Iraque ou a região do Kosovo, mas olhe lá. Mas enfim, a merda que se dá na África nem me surpreende mais, as guerras nem as desgraças. O que ainda me supreende são as imagens. Mano, os caras lá são ninja, guerreiros mesmo, tudo maluco. Apesar de toda a modernidade de metralhadoras e armas disponíveis hoje em dia, os caras curtem um sushi (ou sashimi). Sempre tem um facão, umas machadinhas. Eles curtem isso lá, cortar uns pedaços (ou aos pedaços). E isso me impressiona. Não a violência em si, mas a tradição bárbara da lâmina, do risca-faca, do homem que é homem mata no facão, não na bala…
Queria creditar O fotográfo, mas infelizmente so consta a agência: Reuters.
Share on FacebookTo pensando nuns nomes pra agencia nova. Não defini ainda, mas tenho boas indicações, depois de anos no mercado, poderia optar pela verdade e honestidade, coisa que falta no ramo:
1- MicroShit Propaganda
“sai cagada, mas sao pequenas, e ninguem percebe”
2- Prisao de Ventre Propaganda
“nunca sai bosta, mas qdo sai é grande”
essa ai é boa pra quando tiver campanhas importantes…
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